Festival Lona Aberta apresenta modalidade ‘Noite das Mulheres’

Na noite desta sexta-feira (23), quando as telas se abrirem para a programação do Festival de Circo Lona Aberta, o público vai conhecer o Circo di Sóladies e as três atrações da modalidade “Noite das Mulheres“: Trupebacia Teff Rojas, Lisete Farias e Cia Dela Só. Os números vão ser exibidos no canal da Cacompanhia Artes Cênicas no Youtube (@cacompanhia).
Em sua primeira edição, o Lona Aberta vem com cinco noites temáticas, com um grupo convidado de cada eixo. O projeto foi contemplado no edital Prêmio Feliciano Lana, que faz parte das ações emergenciais da Lei nº 14.017/2020, conhecida como Lei Aldir Blanc, operacionalizada no Estado através do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.

O espetáculo “Estupendo Circo di SóLadies” inicia às 19h, com a história de três palhaças que decidem criar o próprio circo e rodar pelo mundo. Em esquetes do circo tradicional, Agustina, Greice e Úrsula desconstroem e reconstroem cenas clássicas, músicas infantis e contos de fadas para falar do universo feminino para todas as idades.

Com um repertório de espetáculos e intervenções, a companhia está na estrada desde 2013, com propostas a partir das inquietações em relação à desigualdade de gênero e da percepção de que havia ainda um pequeno espaço dado à mulher na comicidade e linguagem da palhaçaria. O “Estupendo Circo di SóLadies” circulou pelo Circuito SESC de Artes 2019 e no Itaú Cultural.

A partir das 20h, vai ser a vez da modalidade “Noite das Mulheres”, com os números “Elegia”, de Lisete Farias, de Maceió, em Alagoas, com indicação livre; “Tunina entre bananas e abacaxis”, da Cia Dela Só, de Taubaté, em São Paulo, com classificação indicativa de 14 anos; e “Cadê meu Enamorado?”, de Trupebacia Teffy Rojas, de Manaus, no Amazonas, com indicação para 12 anos.

“Muitos artistas circenses sofrem com a falta de estrutura e políticas públicas para o setor, por se tratar de um segmento muito caro e que exige um aporte técnico e o festival coloca em evidência artistas locais e de outras regiões, que vêm produzindo nos últimos anos”, afirma Jean Palladino, idealizador do Lona Aberta. “O objetivo é difundir o circo, colaborar com a visibilidade que essa arte vem ganhando e tornar o evento anual para que o Amazonas esteja no corredor de festivais de circo no País e que os artistas daqui possam escoar sua produção e fazer intercâmbio com profissionais de todo o Brasil”.

Além do coordenador geral, Jean Palladino, a ficha técnica do festival de circo tem Francine Marie como coordenadora pedagógica, Taciano Soares como coordenador executivo, Ana Oliveira como diretora de produção, Carol Calderaro na coordenação técnica e Kelly Vanessa na produção executiva.

Talk Show

Todas as noites do Lona Aberta encerram com o palhaço Caco, que recebe convidados no “Caconversa – Talk Show”, um ponto de encontro entre artistas e público para promover um intercâmbio da cena circense.

Atividades paralelas

Pela manhã, nesta sexta-feira (23), acontece a oficina “Laroyê Mojúbà: O Riso Pede Passagem”, com orientação de Vanessa Rosa e Terreiros do Riso, que aciona a memória e a força do imaginário cultural afro diaspórico em diálogo com a luta anLrracista negra, o aprendizado e fortalecimento de saberes tradicionais afro-orientados, sendo o riso e a alegria saberes de luta, resistência, denúncia e celebração. A atividade é fechada para 17 participantes, com idade a partir de 16 anos.

Já às 18h, é exibida a videoaula “Parada de Mão”, com José Arenas. As ações formativas têm duração de 15 minutos, com conteúdo como tutoriais de malabares, parada de mão, mágica para iniciantes, confecção de aparelhos circenses com material reciclado e maquiagem circense, postados diariamente no IGTV e no canal da Cacompanhia no Youtube.

*Com informações da Assessoria de Imprensa

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